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31
out

Personagens clássicos da Disney aderem à moda do selfie.

Personagens da Disney do clássico pego na tendência selfie século 21

Numa tentativa de trazer as princesas e personagens clássicos da Disney para o século 21, Amanda Whitelaw criou estas divertidas ilustrações. Abaixo você vai encontrar Branca de Neve, Ariel, Cruella e muito mais, provavelmente Instagramando!

Veja quantos você reconhece! Para mais impressões, jóias e cartões postais de personagens da Disney em diferentes situações acesse a loja online.

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31
out

Nike celebra o retorno de LeBron James ao Cleveland Cavaliers.

lebron

Comercial “Together” será veiculado durante o intervalo do primeiro jogo em Ohio da temporada 2014/2015.

LeBron_Poster

Nesta noite de 30 de outubro de 2014, LeBron James voltará a jogar pelo time de sua cidade natal. O Cleveland Cavaliers receberá o New York Knicks, marcando o reencontro de LeBron com os torcedores que o acusaram de traição, quatro anos depois da controversa transferência para o Miami Heat.

Durante o intervalo, a Nike vai veicular o comercial acima, intitulado“Together”. No filme, os jogadores do Cavaliers – incluindo, claro, Anderson Varejão – e os cidadãos de Cleveland se unem em um mesmo abraço.

LeBron James assume um papel messiânico e discursa de modo dramático, dando o tom épico que é comum nas campanhas da marca. É uma abordagem repetitiva, mas deve emocionar os torcedores da franquia e fãs de basquete.

Com um tom bem mais leve, a Sprite também fez um comercial sobre o retorno de LeBron ao time de Ohio. A marca reformou a Patterson Park, em Akron, e promoveu um encontro do jogador com a comunidade local. Dá uma olhada:

Fonte: Brainstorm9




28
out

Skate voador do “De Volta para o Futuro 2″ vira realidade.

biff-de-carro-e-marty-de-skateProjetado para funcionar com imãs, conhecido acessório sai do mundo da ficção por meio de projeto no Kickstarter que já tem mais de 1.000 apoiadores.

Depois de uma pegadinha que deixou muita gente sem esperanças em março de 2014, parece que o famoso skate voador do filme “De Volta para o Futuro 2” vai realmente cruzar a fronteira da ficção e tornar-se um artigo verdadeiro do nosso mundo.

Isso porque um novo projeto na plataforma de financiamento Kickstarter já conseguiu arrecadar 245 mil dólares de um total necessário de 250 mil dólares para colocar o chamado Hendo Hoverboard em produção. E ainda faltam mais de 50 dias para o prazo acabar, então podemos esperar por muito mais dinheiro entrando – e algumas pessoas “voando” por aí.

Mas é claro que a maior parte dos mais de 1.200 apoiadores não conseguiram comprar o skate voador. Primeiro porque ele custa 10 mil dólares. E segundo que só foram liberadas 10 unidades, obviamente já esgotadas. Atualmente, o skate, que sobrevoa a 2,5 cm do solo, existe apenas como um protótipo.

Funcionamento

Vale notar que o skate criado pela empresa Hendo, fundada pelo casal Jill e Greg Henderson, funciona por meio de imãs. Para isso, o acessório usa o sistema proprietário Magnetic Field Architecture, que permite ao skate focar no campo magnético e aguentar o peso da pessoa em cima dele.

Isso significa que é preciso ter uma superfície de metal para o skate voar. Por isso, nada de fugir de vilões voando sobre o asfalto e a água, a exemplo do saudoso Marty McFly, protagonista da franquia De Volta para o Futuro, interpretado pelo ator Michael J. Fox.

Clique aqui para saber mais sobre o projeto e ver quais tipos de doações ainda estão disponíveis. Tomara que o preço baixe um pouquinho no futuro para todos os geeks poderem realizar o som de ser Marty McFly por um dia.

Fonte: IDGNow!




27
out

Cidade norueguesa propõe “pedágio inverso” para ciclistas.

Quem passava pela ciclovia recebeu um “pagamento” como recompensa pela escolha de um meio mais sustentável de transporte.

Pedágio inverso

Enquanto São Paulo lida com a resistência à implantação de ciclovias pela cidade, em Lillestrøm, na Noruega, o pensamento é o inverso: o município chegou a testar uma teoria de um “pedágio inverso” para ciclistas, oferecendo um pagamento de cerca de 35 reais para quem estivesse trafegando de bike.

“Incentivar as pessoas a caminharem ou pedalarem é rentável para a sociedade. É um benefício para a saúde, para o meio ambiente e para o sistema de transporte”, defende o prefeito da cidade, Ole Jacob Flætene.

A campanha utilizava dados de uma pesquisa feita pela agência norueguesa de saúde, que revelou que modelos de transporte mais ativos oferecem uma economia para os cofres do governo – cerca de 8 dólares por quilómetro caminhado e 4 dólares por quilómetro pedalado.

O pedágio reverso que pagava ciclistas, contudo, durou poucas horas, e tinha como principal objetivo incentivar a reflexão. “Torcemos para que essa ação possa colaborar para uma mudança sobre como organizamos o transporte nas nossas cidades”, espera o prefeito.

Quem sabe São Paulo esteja lidando com a famosa resistência a mudanças – já pensou de repente podermos ver bicicletas, pedestres, patins e gente de patinetes urbanos circulando pela cidade?

Fonte: Brainstorm9




27
out

Preparado para a geração de apps conscientes?

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O mundo está cada vez mais appficado. Se pegarmos, por exemplo, a App Store, veremos que em junho deste ano estavam registrados 1,2 milhão de apps. Comparando com os 900.000 de junho de 2013, vemos que em um ano acrescentou-se 300 mil novos apps ou 25 mil a cada mês!

Novos hábitos sociais foram criados. O selfie é um deles. E começamos a descobrir que podemos inovar continuamente, uma vez que estes equipamentos estão cada vez mais poderosos, com mais sensores e com uma nuvem de imensa capacidade computacional na retaguarda. Vemos casos interessantes como o Makeup Genius, da L´Oreal, que usa tecnologia de mapeamento facial para mostrar, aproveitando a onda selfie, como você ficaria com uso de determinados cosméticos. Vejam em http://www.lorealparisusa.com/en/brands/makeup/makeup-genius-virtual-makeup-tool.aspx.

Mas os apps podem dar um passo a mais.

Até agora a TI das empresas buscou automatizar os processos de negócios. Considerando o potencial de contextualizar as apps, podemos criar apps que incorporem os “mindflows” cognitivos na sua concepção. Sim, estamos falando de incorporar os padrões de pensamento que usamos quando desenvolvemos nossas tarefas. É uma evolução da programação do conhecimento explicito, declarativo, codificável em linguagem de programação, para o conhecimento tácito, muitas vezes intuitivo, que também usamos quando desempenhamos nossas tarefas.

É uma mudança de mindset. Nos processos declarativos, nós nos adaptamos ao software, como os processos impostos por um ERP. Em um app contextual, cognitivo, ele se adapta ao nosso contexto e os processos se ajustam dinamicamente as nossas intenções, dependendo do momento e do local que estivermos.

Estamos falando de uma nova geração de apps, as apps conscientes. Estas apps exploram nosso conhecimento tácito e nos ajudam tomar decisões e a prever situações. A própria natureza contextual da mobilidade requer que os processos de negócios tornem-se mais flexíveis. As apps conscientes usam um conjunto de evoluções tecnológicas, como os sensores, acrescido da computação em nuvem, reconhecimento de padrões, computação cognitiva e imensa capacidade de analisar dados em tempo real (in memory data bases) para ajudar o usuário na tomada de decisões ou na execução de determinadas tarefas.

Um exemplo simplista diferencia bem os dois mundos. No declarativo temos um GPS que simplesmente nos indica o caminho. Em uma app consciente o recurso do GPS é acrescido de conhecimento sobre as condições de tráfego e da agenda. O app consciente ajusta o caminho para minimizar o atraso, e orienta o usuário na sua tomada de decisões. Pode automaticamente avisar a pessoa esperada para a reunião vai demorar, mostrando onde ela está no momento e as condições do tráfego, com uma nova estimativa de horário de chegada. E, claro, com um pedido de desculpas…Se a agenda apontar uma peça de teatro, poderá negociar a troca do horário da sessão ou aconselhar o usuário a assistir a outra peça, em outro teatro, baseada no conhecimento de suas preferências.


As primeiras experiências já estão aí, como os agentes inteligentes Siri, Cortana e Google Now. Na minha opinião são ainda toscas amostras do que está por vir.

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As apps conscientes vão complementar os sistemas procedurais que temos, que em um horizonte previsível devem continuar existindo. Afinal, sempre teremos tarefas repetitivas para fazer e os computadores são ótimos para isso.

O nosso desafio será como construir tais apps. Estamos acostumados a desenvolver sistemas baseados na automação do conhecimento explicito, como ERPs e CRMs.

Devemos adotar novos métodos para capturar o conhecimento tácito como design thinking. É uma metodologia que ajuda a entender problemas que não estão claramente definidos, que estão mais no campo do conhecimento tácito do que no explicito. No processo de design thinking devemos simular os usuários no seu dia a dia de trabalho e aprender como intuitivamente desenvolvem determinadas tarefas. Bem diferente dos tradicionais modelos de especificação de sistemas que aprendemos nas ultimas décadas. É um pensar diferente. Em vez de curso de desenho de sistemas, frequentaremos o Hasso Plattner, Institute of Design at Stanford, em http://dschool.stanford.edu/. Quem diria que isto faria parte do currículo de um projetista de sistemas?

As apps conscientes reposicionarão a TI. Farão parte do portfolio das empresas e deverão se integrar aos sistemas e bases de conhecimento da organização. Não serão entidades isoladas. Por outro lado, seu valor para o negócio tende a aumentar significativamente e contribuir para a empresa se tornar cada vez mais digital. Afinal estamos bem próximos dos limites de eficiência operacional que a simples automação de processos pode gerar como resultado.

A TI moderna, portanto, não pode ficar limitada a automação e processos explícitos. Uma parcela significativa de geração de valor para o negócio vem do conhecimento tácito que seus funcionários usam no dia a dia e criar apps que suportem e facilitem estas atividades reposicionará o valor da TI.

– See more at: http://idgnow.com.br/blog/tecnologia/2014/10/21/preparado-para-a-geracao-de-apps-conscientes/#sthash.hODfbyYc.dpuf

Fonte: IDGNow!