Tag: mobile

12
jan

Pau de selfie é passado: Lenovo lança “robô especial” para autorretratos.

lenovoselfieces2015_520Chamado de Fiebot, o dispositivo é mais uma espécie de tripé de quatro pernas para aparelhos mobile. Smartphone é colocado no topo do acessório.

Para a Lenovo, os loucos por selfies não tem limites. A companhia desenvolveu um robô que pode ser ajustado remotamente para tirar fotos a partir de um aparelho móvel.

Chamado de Fiebot, o dispositivo é mais uma espécie de tripé de quatro pernas para aparelhos mobile. Um smartphone pode ser colocado no topo do robô, que então pode ser ajustado em diferentes posições por meio de um controle remoto para tirar uma selfie ou gravar um vídeo.

O robô pode fazer movimentos verticais e horizontais, e tirar fotos panorâmicas e gravar vídeos com ângulos de visão maiores.

Em algumas maneiras, o Fiebot é bom para mais do que apenas selfies. Com o controle remoto em mãos, você pode tirar fotos em um grupo com um smartphone sem precisar configurar um timer.

O robô será comercializado já com um software rastreamento de gestos e reconhecimento facial. Com esses recursos, o robô poderá ser usado para monitoramento remoto, ou para os pais ficarem de olho nos filhos pequenos, por exemplo.

Muito mais recursos serão adicionados ao robô nas versões futuras, afirmou CK Lee, CEO da Glasswonder, uma empresa chinesa que desenvolveu a “engenhoca” para a Lenovo.

A próxima versão do Fiebot terá alto-falantes e um projetor que poderá exibir vídeos do smartphone em uma parede. Mais protótipos do Fiebot estão em desenvolvimento e é possível que o robô tenha sua própria câmera embutida e “pernas”, o que tornaria o gadget realmente móvel sem a necessidade de um smartphone.

Inicialmente, o aparelho será vendido apenas na China – a Lenovo não informou o preço do produto.

Fonte: IDG Now! – www.idgnow.com.br




27
out

Preparado para a geração de apps conscientes?

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O mundo está cada vez mais appficado. Se pegarmos, por exemplo, a App Store, veremos que em junho deste ano estavam registrados 1,2 milhão de apps. Comparando com os 900.000 de junho de 2013, vemos que em um ano acrescentou-se 300 mil novos apps ou 25 mil a cada mês!

Novos hábitos sociais foram criados. O selfie é um deles. E começamos a descobrir que podemos inovar continuamente, uma vez que estes equipamentos estão cada vez mais poderosos, com mais sensores e com uma nuvem de imensa capacidade computacional na retaguarda. Vemos casos interessantes como o Makeup Genius, da L´Oreal, que usa tecnologia de mapeamento facial para mostrar, aproveitando a onda selfie, como você ficaria com uso de determinados cosméticos. Vejam em http://www.lorealparisusa.com/en/brands/makeup/makeup-genius-virtual-makeup-tool.aspx.

Mas os apps podem dar um passo a mais.

Até agora a TI das empresas buscou automatizar os processos de negócios. Considerando o potencial de contextualizar as apps, podemos criar apps que incorporem os “mindflows” cognitivos na sua concepção. Sim, estamos falando de incorporar os padrões de pensamento que usamos quando desenvolvemos nossas tarefas. É uma evolução da programação do conhecimento explicito, declarativo, codificável em linguagem de programação, para o conhecimento tácito, muitas vezes intuitivo, que também usamos quando desempenhamos nossas tarefas.

É uma mudança de mindset. Nos processos declarativos, nós nos adaptamos ao software, como os processos impostos por um ERP. Em um app contextual, cognitivo, ele se adapta ao nosso contexto e os processos se ajustam dinamicamente as nossas intenções, dependendo do momento e do local que estivermos.

Estamos falando de uma nova geração de apps, as apps conscientes. Estas apps exploram nosso conhecimento tácito e nos ajudam tomar decisões e a prever situações. A própria natureza contextual da mobilidade requer que os processos de negócios tornem-se mais flexíveis. As apps conscientes usam um conjunto de evoluções tecnológicas, como os sensores, acrescido da computação em nuvem, reconhecimento de padrões, computação cognitiva e imensa capacidade de analisar dados em tempo real (in memory data bases) para ajudar o usuário na tomada de decisões ou na execução de determinadas tarefas.

Um exemplo simplista diferencia bem os dois mundos. No declarativo temos um GPS que simplesmente nos indica o caminho. Em uma app consciente o recurso do GPS é acrescido de conhecimento sobre as condições de tráfego e da agenda. O app consciente ajusta o caminho para minimizar o atraso, e orienta o usuário na sua tomada de decisões. Pode automaticamente avisar a pessoa esperada para a reunião vai demorar, mostrando onde ela está no momento e as condições do tráfego, com uma nova estimativa de horário de chegada. E, claro, com um pedido de desculpas…Se a agenda apontar uma peça de teatro, poderá negociar a troca do horário da sessão ou aconselhar o usuário a assistir a outra peça, em outro teatro, baseada no conhecimento de suas preferências.


As primeiras experiências já estão aí, como os agentes inteligentes Siri, Cortana e Google Now. Na minha opinião são ainda toscas amostras do que está por vir.

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As apps conscientes vão complementar os sistemas procedurais que temos, que em um horizonte previsível devem continuar existindo. Afinal, sempre teremos tarefas repetitivas para fazer e os computadores são ótimos para isso.

O nosso desafio será como construir tais apps. Estamos acostumados a desenvolver sistemas baseados na automação do conhecimento explicito, como ERPs e CRMs.

Devemos adotar novos métodos para capturar o conhecimento tácito como design thinking. É uma metodologia que ajuda a entender problemas que não estão claramente definidos, que estão mais no campo do conhecimento tácito do que no explicito. No processo de design thinking devemos simular os usuários no seu dia a dia de trabalho e aprender como intuitivamente desenvolvem determinadas tarefas. Bem diferente dos tradicionais modelos de especificação de sistemas que aprendemos nas ultimas décadas. É um pensar diferente. Em vez de curso de desenho de sistemas, frequentaremos o Hasso Plattner, Institute of Design at Stanford, em http://dschool.stanford.edu/. Quem diria que isto faria parte do currículo de um projetista de sistemas?

As apps conscientes reposicionarão a TI. Farão parte do portfolio das empresas e deverão se integrar aos sistemas e bases de conhecimento da organização. Não serão entidades isoladas. Por outro lado, seu valor para o negócio tende a aumentar significativamente e contribuir para a empresa se tornar cada vez mais digital. Afinal estamos bem próximos dos limites de eficiência operacional que a simples automação de processos pode gerar como resultado.

A TI moderna, portanto, não pode ficar limitada a automação e processos explícitos. Uma parcela significativa de geração de valor para o negócio vem do conhecimento tácito que seus funcionários usam no dia a dia e criar apps que suportem e facilitem estas atividades reposicionará o valor da TI.

– See more at: http://idgnow.com.br/blog/tecnologia/2014/10/21/preparado-para-a-geracao-de-apps-conscientes/#sthash.hODfbyYc.dpuf

Fonte: IDGNow!




07
out

Facebook fecha compra do WHATSAPP por US$ 21,8 BILHÕES!

Valor é quase US$ 3 bilhões acima do valor estipulado quando foi anunciada a operação, em fevereiro.

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O Facebook fechou nesta segunda-feira (06/10) a aquisição do serviço de mensagem móvel Whatsapp por um preço final de US$ 21,8 bilhões, quase US$ 3 bilhões acima do valor estipulado quando foi anunciada a operação, em fevereiro.

Este aumento se deve, fundamentalmente, à valorização das ações de Facebook neste ano, cujo valor no mercado subiu 42% desde janeiro, já que o Facebook pagou mais da metade do montante pela aquisição do Whatsapp em ações.

O Facebook confirmou o fechamento do negócio em um documento entregue hoje à Comissão do Bolsa de Valores dos EUA (SEC). Nesse documento, detalha-se que a venda foi fechada por 177.760.669 ações do Facebook e US$ 4,59 bilhões em dinheiro, além do repasse de 45.941.775 ações “restringidas” aos funcionários do Whatsapp.

O cofundador e executivo-chefe do Whatsapp, Jan Koum, passou a integrar a direção do Facebook.

O fechamento definitivo da operação anunciada em fevereiro ocorre três dias depois de receber o aval da Comissão Europeia (CE), que determinou que, apesar da aquisição, os consumidores continuarão a ter alternativas em mensagem móvel oferecidas por outras empresas e que, portanto, não haverá uma situação contrária à concorrência no setor.

“A comissão concluiu que as americanos Facebook Messenger e Whatsapp não são concorrentes próximos e que os consumidores continuarão tendo uma ampla variedade de aplicativos de comunicações alternativas depois da transação”, destacou a instituição em comunicado.

Tanto o Facebook, através do serviço Facebook Messenger, como o Whatsapp permitem aos usuários de smartphones que instalarem seus aplicativos se comunicar por meio do envio de mensagens de texto, foto, voz e vídeo.

A operação já tinha recebido o sinal verde das autoridades sobre a concorrência dos Estados Unidos em abril.

Fundada em 2009 por Jan Koum e Brian Acton e com sede em Mountain View (Califórnia, EUA) a companhia Whatsapp Inc. é proprietária do serviço de mensagem móvel mais usado no mundo, com 600 milhões de usuários.

Fonte: globo.com

07
out

A revolução do Design Reativo.

Ben Jordan: The Reactive Design Revolução

Por que essa indústria específica está apresentando necessária mudança de foco tanto em WEB, UX (experiência do usuário), como em design de aplicativos?

Nos últimos anos, o mundo do design tem sido dominada pela idéia do design responsivo. Com a ascensão desse sofisticado consumidor móvel, sempre conectado, não é surpresa que a necessidade de uma experiência consistente em todas as telas é simplesmente fundamental. Como resultado, o projeto da comunidade como um todo passou os últimos anos trabalhando com este imperativo em mente, tanto que a maioria das empresas de mobile têm ido tão fundo nisso a ponto de fazer primeiro não apenas a sua estratégia de design, mas a sua estratégia de abordagem. Fundamentalmente, não há nada de errado com o design responsivo. No seu início, era uma espécie de revolução própria. Mas e se eu lhe disse que o design responsivo não foi o suficiente? E se eu lhe disser que é apenas o primeiro passo de uma tendência maior e mais poderosa chamada Design Reativo, e que a revolução já começou? Tome a pílula vermelha e vamos visitar a toca do coelho!

O que é design reativa e porque ele é diferenciado?

Simplificando: um produto precisa ser projetado para reagir com o que sabemos sobre o usuário e como eles usam o produto. É a diferença entre a simples manipulação de como você vê o conteúdo e mudar o próprio conteúdo que você está vendo.

Leia de novo com cuidado e perceba que eu não disse “o que sabemos sobre o dispositivo.” Eu disse “o que sabemos sobre o usuário.” O fato é que a adaptação a uma tela não é igual a adaptar ao usuário. Isso não quer dizer que o design responsivo não é útil, mas deu origem a armadilha de “design responsivo por causa do projeto ágil.” Agora é hora de nos perguntar “é bom redimensionar dinamicamente um layout se um usuário não recebe qualquer uma das informações que ele realmente precisa? “

Parece ótimo, mas como é que vamos saber o que os usuários querem ver?

Você pode ter ouvido – esta é a era do Big Data. Uma experiência on-line cada vez mais plana e interconectada, o que significa que o consumidor não é apenas um vazio clique. Como usuários ,d navegam na internet em busca de informações, compras de roupas, e a engajar-se com os amigos em redes sociais, que acumulam grandes quantidades de conhecimento sobre os seus comportamentos e interesses. Em sua totalidade, estes sinais nos dar uma (às vezes assustadoramente) o perfil preciso de qualquer usuário.

Quando um usuário mostra-se em nossa porta virtual, não só deve ter tudo do tamanho certo para eles, mas também devemos ter a sala de estar capaz de se adaptar à sua configuração favorita. É isso que devemos perseguir no Design Reativo. Agora temos a informação para fazê-lo. Mesmo dentro de um único site ou aplicativo, colhemos informações de cada escolha que o usuário faz. Um clique aqui permite-nos saber seus interesses, uma busca por algo mais nos permite personalizar ainda mais. Como eles vão mais a fundo no nosso produto, o projeto deve refletir o que sabemos sobre eles.

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Projeto reativo é projetar experiências para a personalização. Isso é diferente de apenas personalização. Temos um nível extra de informações com o Big Data: podemos saber sobre nossos usuários e  projetar uma experiência significativa para eles. Vai além da simples adição de nomes ou imagens: ele move o usuário e o designer para o caminho de projetar uma experiência personalizada para cada usuário.

De fato, regiões na WEB com maior percepção de futuro já começam a se encaixar.

Por que precisamos disso?

Este acesso aos grandes dados ajudam a sair da armadilha do design responsivo que não leva em conta as novas expectativas do usuário. Projeto deve ser sempre intencional, data-driven, e útil – é por isso que as questões de design reativos. Projeto reativa é mais do que apenas pensar sobre os dispositivos ou os tamanhos de tela, e será o próximo grande projeto Tópico como experiências de usuário totalmente personalizadas-se a norma prevista.

Projeto reativa também traz um novo enfoque muito necessário na Web, UX e design app centralizando todo o processo de design ao redor do usuário. A natureza personalização e sob medida de produtos futuros serão refletidas na sua concepção inerente, eo resto da comunidade de tecnologia estará olhando para os designers para traçar um curso.

Como os designers podem levar a revolução de design reativa?

Você pode estar dizendo: “Esse material é para os desenvolvedores de back-end.” É a mesma coisa que as pessoas disseram sobre design responsivo, mas estou convencido de que eles vão fazer o mesmo para o design reativo. Na verdade, acredito que os designers estão numa posição única para fazer exatamente isso. Atuamos na junção da experiência do usuário, design, e Big Data, e será nossa tarefa tecer esses elementos em conjunto, com todas as suas complexidades e complicações.

Teremos de enfrentar muitos dos mesmos problemas estéticos básicos abordados por design responsivo, bem como pensar sobre a utilização de dados pessoais sobre os clientes a partir de uma perspectiva ética. Os desafios são inúmeros, mas a revolução reativa vai nos levar além do design como o conhecemos e produzir uma experiência ainda melhor. Mas de agora em diante nós, os designers, seremos a vanguarda. Começando por seu próximo projeto, tenha em mente que, em última análise, ele deve reagir a um usuário, tanto quanto um usuário reage ao design.

Ben Jordan é vice-presidente de Experiência do Cliente na sede em Nova York, InVision

Imagens: Mashable , Gregory Kaufman

Fonte: PSFK

19
set

Bloom, a plataforma que troca crachás e pulseiras por smartphones.

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Uma catraca inteligente é capaz de reconhecer, através de conexão sem fio, se você tem ou não autorização para entrar no local.

Filas extensas e demoradas serão coisas do passado, ao menos no que depender dos criadores da Bloom, uma plataforma que quer trocar os tradicionais crachás e pulseiras coloridas por autenticações digitais.

Criada no Brasil, a Bloom criou totens, chamados de Bloom Stations, que funcionam como uma catraca inteligente. Basta aproximar dispositivos Android e iOS para que seja reconhecida a autorização para circular pelo local, seja uma festa, evento ou até mesmo a entrada em um recinto específico. A conexão wireless com o app da Bloom é feito através de NFC (Near Field Communication) no Android e via BLE (Bluetooth Low Energy) em aparelhos iOS, o que agiliza bastante o processo – segundo Isabelle Perelmuter, fundadora do Bloom juntamente com Edson Pavoni, o procedimento de abrir o app e passar pela Bloom Station dura em torno de 5 segundos.

As Bloom Stations também permitirão que sejam criadas ações com base no perfil do usuário. Seria possível, por exemplo, passar o celular por um dos totens para fazer um check-in, curtir uma página em específico ou postar uma foto na sua timeline, por exemplo, tudo isso sem que as atividades do virtual interfiram demais na experiência no mundo real.

 ALÉM DE CONTROLAR A MOVIMENTAÇÃO DA AUDIÊNCIA, REALIZAR INTERAÇÕES VIRTUAIS E REGISTRAR COMPRAS EM UMA COMANDA VIRTUAL, A BLOOM TAMBÉM VAI INTERMEDIAR A COMPRA DE INGRESSOS.

A ‘identidade Bloom’ também poderá ser usada para registrar um consumo de bar ou de chapelaria: atendentes estarão munidos com tablets, que reconhecem a identificação do consumidor e registram a compra, como se fosse uma comanda digital. A vantagem é a facilidade para o cliente e também para quem promove o evento, que através de um painel de controle pode acessar a big data relacionada àquela atividade.

“Ter esse universo de informações sobre os consumidores, visualizado de forma rica e em tempo real, vai permitir operar os eventos com mais eficiência. A integração com redes sociais também vai revolucionar a venda de patrocínios”, projeta Coy Freitas, um dos sócios da Audio, casa de shows que vai estrear a plataforma Bloom em outubro.

Fonte: Brainstorm9