Tag: rede social

03
fev

Uma rede global de olhos “empresta” sua visão às pessoas cegas.

O aplicativo Be My Eyes usa vídeo-chat para conectar voluntários e os deficientes visuais.

Uma rede global de Olhos Dá vista aos cegos

Para uma pessoa com visão perfeita pode ser difícil imaginar a luta com a leitura de instruções em um mapa ou olhando para informações nutricionais de um produto. Mas para uma pessoa com deficiência visual, por vezes, as tarefas mais simples necessitam de assistência. Be My Eyes é um aplicativo que conecta os cegos voluntários globais através de um chat de video ao vivo. Um voluntário pode ajudar com atividades tais como descrever uma imagem ou descobrir a programação do trem.

O aplicativo solicita que os usuários escolham se querem dar ajuda ou se precisam de ajuda (“Eu sou vidente ‘versus’ Eu sou cego”). O recurso do iPhone, VoiceOver, já permite que os cegos utilizem a voz sintética e um sistema Braille teclado para se comunicar. A simples notificação alerta o voluntário sempre que uma pessoa com deficiência visual precisa de ajuda, o que eles podem optar por aceitar quando disponíveis ou não atender, quando ocupados. Uma vez que uma conexão é estabelecida, os dois falam em videoconferência com o voluntário que descreve a cena e oferece ajuda.

Seja minha equipa Olhos

Be My Eyes encheu as fileiras em termos de usuários iniciais interessados. Mais de 17.000 pessoas já se inscreveram para “emprestar seus olhos” para os cegos, mostrando o valor na criação de uma interação significativa através de algo tão simples e sempre presente como uma chamada de vídeo. Os voluntários ganham pontos com base no número de pessoas que ajudaram (50 pontos = 1 pessoa), e uma pequena recompensa incentiva o crescimento da ‘Rede de Olhos.’

“É simplesmente emocionante ser parte de algo maior que si mesmo,” diz o Co-Fundador e CEO Thelle Kristensen.

A equipe com sede em Copenhagen encontraram pela primeira vez em uma Startup Weekend em Aarhus, na Dinamarca, onde deficientes visuais e o inventor do aplicativo, Hans Jørgen Wiberg, lançou a idéia. Um grupo inicial de voluntários desenvolveu o conceito e ganhou um prêmio para a idéia mais inovadora. Jørgen Wiberg uniu-se com o estúdio de software dinamarquês Robocat para trazer o app á vida.

Se você estiver interessado em contribuir com mais que a sua visão, você pode apoiar a organização sem fins lucrativos, ajudando a traduzir o aplicativo para outros idiomas ou por meio de doação.

Be My Eyes / Robocat

Fonte: PSFK – www.psfk.com




04
nov

A social media ficou mais esperta: Stephen Hawking está no Facebook.

A página do físico teórico e cosmólogo foi criada dia 8 e já acumula mais de 900 mil likes na rede social. O primeiro post foi publicado hoje.

As mídias sociais aqueceram hoje. Depois do primeiro tweet da Rainha Elizabeth II, foi a vez do físico teórico e cosmólogo Stephen Hawking estrear no Facebook.

página de Hawking foi criada no dia 8 de outubro e já tem mais de 947 mil curtidas (ou likes). O físico no entanto só publicou o primeiro post hoje.

Diz Hawking: “Eu sempre quis saber o que faz o universo existir. Tempo e espaço podem permanecer um mistério para sempre, mas isso não impediu minha busca. Nossas conexões uns com os outros cresceram infinitamente e agora que eu tenho a chance, estou ansioso para compartilhar essa viagem com você. Seja curioso. Eu sei que eu serei para sempre. Bem vindos e obrigado por visitar minha página no Facebook.  SH”

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Fonte: IDG Now!




27
out

Preparado para a geração de apps conscientes?

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O mundo está cada vez mais appficado. Se pegarmos, por exemplo, a App Store, veremos que em junho deste ano estavam registrados 1,2 milhão de apps. Comparando com os 900.000 de junho de 2013, vemos que em um ano acrescentou-se 300 mil novos apps ou 25 mil a cada mês!

Novos hábitos sociais foram criados. O selfie é um deles. E começamos a descobrir que podemos inovar continuamente, uma vez que estes equipamentos estão cada vez mais poderosos, com mais sensores e com uma nuvem de imensa capacidade computacional na retaguarda. Vemos casos interessantes como o Makeup Genius, da L´Oreal, que usa tecnologia de mapeamento facial para mostrar, aproveitando a onda selfie, como você ficaria com uso de determinados cosméticos. Vejam em http://www.lorealparisusa.com/en/brands/makeup/makeup-genius-virtual-makeup-tool.aspx.

Mas os apps podem dar um passo a mais.

Até agora a TI das empresas buscou automatizar os processos de negócios. Considerando o potencial de contextualizar as apps, podemos criar apps que incorporem os “mindflows” cognitivos na sua concepção. Sim, estamos falando de incorporar os padrões de pensamento que usamos quando desenvolvemos nossas tarefas. É uma evolução da programação do conhecimento explicito, declarativo, codificável em linguagem de programação, para o conhecimento tácito, muitas vezes intuitivo, que também usamos quando desempenhamos nossas tarefas.

É uma mudança de mindset. Nos processos declarativos, nós nos adaptamos ao software, como os processos impostos por um ERP. Em um app contextual, cognitivo, ele se adapta ao nosso contexto e os processos se ajustam dinamicamente as nossas intenções, dependendo do momento e do local que estivermos.

Estamos falando de uma nova geração de apps, as apps conscientes. Estas apps exploram nosso conhecimento tácito e nos ajudam tomar decisões e a prever situações. A própria natureza contextual da mobilidade requer que os processos de negócios tornem-se mais flexíveis. As apps conscientes usam um conjunto de evoluções tecnológicas, como os sensores, acrescido da computação em nuvem, reconhecimento de padrões, computação cognitiva e imensa capacidade de analisar dados em tempo real (in memory data bases) para ajudar o usuário na tomada de decisões ou na execução de determinadas tarefas.

Um exemplo simplista diferencia bem os dois mundos. No declarativo temos um GPS que simplesmente nos indica o caminho. Em uma app consciente o recurso do GPS é acrescido de conhecimento sobre as condições de tráfego e da agenda. O app consciente ajusta o caminho para minimizar o atraso, e orienta o usuário na sua tomada de decisões. Pode automaticamente avisar a pessoa esperada para a reunião vai demorar, mostrando onde ela está no momento e as condições do tráfego, com uma nova estimativa de horário de chegada. E, claro, com um pedido de desculpas…Se a agenda apontar uma peça de teatro, poderá negociar a troca do horário da sessão ou aconselhar o usuário a assistir a outra peça, em outro teatro, baseada no conhecimento de suas preferências.


As primeiras experiências já estão aí, como os agentes inteligentes Siri, Cortana e Google Now. Na minha opinião são ainda toscas amostras do que está por vir.

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As apps conscientes vão complementar os sistemas procedurais que temos, que em um horizonte previsível devem continuar existindo. Afinal, sempre teremos tarefas repetitivas para fazer e os computadores são ótimos para isso.

O nosso desafio será como construir tais apps. Estamos acostumados a desenvolver sistemas baseados na automação do conhecimento explicito, como ERPs e CRMs.

Devemos adotar novos métodos para capturar o conhecimento tácito como design thinking. É uma metodologia que ajuda a entender problemas que não estão claramente definidos, que estão mais no campo do conhecimento tácito do que no explicito. No processo de design thinking devemos simular os usuários no seu dia a dia de trabalho e aprender como intuitivamente desenvolvem determinadas tarefas. Bem diferente dos tradicionais modelos de especificação de sistemas que aprendemos nas ultimas décadas. É um pensar diferente. Em vez de curso de desenho de sistemas, frequentaremos o Hasso Plattner, Institute of Design at Stanford, em http://dschool.stanford.edu/. Quem diria que isto faria parte do currículo de um projetista de sistemas?

As apps conscientes reposicionarão a TI. Farão parte do portfolio das empresas e deverão se integrar aos sistemas e bases de conhecimento da organização. Não serão entidades isoladas. Por outro lado, seu valor para o negócio tende a aumentar significativamente e contribuir para a empresa se tornar cada vez mais digital. Afinal estamos bem próximos dos limites de eficiência operacional que a simples automação de processos pode gerar como resultado.

A TI moderna, portanto, não pode ficar limitada a automação e processos explícitos. Uma parcela significativa de geração de valor para o negócio vem do conhecimento tácito que seus funcionários usam no dia a dia e criar apps que suportem e facilitem estas atividades reposicionará o valor da TI.

– See more at: http://idgnow.com.br/blog/tecnologia/2014/10/21/preparado-para-a-geracao-de-apps-conscientes/#sthash.hODfbyYc.dpuf

Fonte: IDGNow!




08
out

App permite aos sobreviventes do cancro de mama realizar Tattoos.

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Inkspirations chega para a consciência do cancro da mama, ajudando os sobreviventes a encontrar a  arte perfeita.

Esses sobreviventes, que passaram por experiência de grane desafio, têm também a oportunidade de um novo começo. Com o aplicativo Inkspiration por P.ink , podem conferir opções de tatuagem, oferecendo-lhes uma maneira de criar sua própria marca personalizada no processo de cicatrização. Usando o aplicativo, os sobreviventes podem escolher projetos de tatuagem e até mesmo experimentá-los fazendo o upload de uma foto ou selecionar um tipo de corpo semelhante ao seu. Sobreviventes podem “experimentar” as tatuagens da privacidade de suas próprias casas.

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Para os que não estão familiarizados com tatuagens, ou aqueles que querem saber mais sobre tatuagem de mastectomia, P.ink é a solução perfeita. O aplicativo também conecta sobreviventes de câncer de mama com os tatuadores locais que têm experiência na execução de tais tatuagens. Além disso, Inkspiration oferece às mulheres uma ferramenta para criar o seu próprio processo de cura reconstrutiva. Depois do câncer de mama, as mulheres ficam com opções de cirurgia reconstrutiva e, a escolha e a experiência de cada mulher, assim como os resultados, são únicos para cada uma. Ao adicionar uma tatuagem para o processo de recuperação, as mulheres têm ainda mais opções de formas de transformar, decorar e destacar as suas cicatrizes e corpos que são únicos.

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P.ink foi criado pelo  executivo Noel Franus, da agência de publicidade Colorado, que se inspirou em sua cunhada durante uma corajosa batalha contra o câncer de mama, utilizando a tatuagem de mastectomia. Franus quis ajudar mais mulheres a definir o seu próprio processo de recuperação usando tatuagens criando o aplicativo como uma ferramenta para ajudá-las.P.INK apresenta mais de mil imagens de tatuagens pós-mastectomia, com os tatuadores de todo o mundo adicionando conteúdo diariamente. Além de compartilhar informações e imagens, P.ink também patrocina o dia P.INK anualmente, que liga os sobreviventes de câncer de mama com os tatuadores em grandes cidades, como Nova York. Os sobreviventes fazem tatuagens, tudo financiado por doações. 

O aplicativo P.ink é gratuito e está disponível na loja iTunes ,  além de já estar disponível para dispositivos da Apple. Uma versão Android está sendo produzido. Inkspiration com desenhos de tatuagem temporária também estará chegando em breve.

P.ink

Fonte: PSFK

07
out

Facebook fecha compra do WHATSAPP por US$ 21,8 BILHÕES!

Valor é quase US$ 3 bilhões acima do valor estipulado quando foi anunciada a operação, em fevereiro.

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O Facebook fechou nesta segunda-feira (06/10) a aquisição do serviço de mensagem móvel Whatsapp por um preço final de US$ 21,8 bilhões, quase US$ 3 bilhões acima do valor estipulado quando foi anunciada a operação, em fevereiro.

Este aumento se deve, fundamentalmente, à valorização das ações de Facebook neste ano, cujo valor no mercado subiu 42% desde janeiro, já que o Facebook pagou mais da metade do montante pela aquisição do Whatsapp em ações.

O Facebook confirmou o fechamento do negócio em um documento entregue hoje à Comissão do Bolsa de Valores dos EUA (SEC). Nesse documento, detalha-se que a venda foi fechada por 177.760.669 ações do Facebook e US$ 4,59 bilhões em dinheiro, além do repasse de 45.941.775 ações “restringidas” aos funcionários do Whatsapp.

O cofundador e executivo-chefe do Whatsapp, Jan Koum, passou a integrar a direção do Facebook.

O fechamento definitivo da operação anunciada em fevereiro ocorre três dias depois de receber o aval da Comissão Europeia (CE), que determinou que, apesar da aquisição, os consumidores continuarão a ter alternativas em mensagem móvel oferecidas por outras empresas e que, portanto, não haverá uma situação contrária à concorrência no setor.

“A comissão concluiu que as americanos Facebook Messenger e Whatsapp não são concorrentes próximos e que os consumidores continuarão tendo uma ampla variedade de aplicativos de comunicações alternativas depois da transação”, destacou a instituição em comunicado.

Tanto o Facebook, através do serviço Facebook Messenger, como o Whatsapp permitem aos usuários de smartphones que instalarem seus aplicativos se comunicar por meio do envio de mensagens de texto, foto, voz e vídeo.

A operação já tinha recebido o sinal verde das autoridades sobre a concorrência dos Estados Unidos em abril.

Fundada em 2009 por Jan Koum e Brian Acton e com sede em Mountain View (Califórnia, EUA) a companhia Whatsapp Inc. é proprietária do serviço de mensagem móvel mais usado no mundo, com 600 milhões de usuários.

Fonte: globo.com