Tag: redes sociais

09
jan

5 cuidados para que uma marca não seja odiada nas redes sociais.

Especialista traz ações importantes que podem ajudar a sua marca a ganhar destaque na internet e fugir dos “haters”.

A era da internet das coisas nos permite experiências que nem se imaginava há 20 anos. A tecnologia torna as informações acessíveis e possibilita se comunicar com outras pessoas a qualquer hora, de forma cada vez mais instantânea. Mas nem tudo são ‘flores’ no ambiente online!

Com a ideia de unir tudo e todos, as redes sociais trouxeram à tona o perfil do ‘hater’ – aquela pessoa conhecida por não aceitar opiniões divergentes, e que chega a atacar internautas por isso, até mesmo figuras populares ou celebridades.

Nos últimos anos, os ‘haters’ vêm aumentando nas páginas de notícias e redes sociais, proporcionalmente ao crescimento do número de internautas.

Porém, para Kim Archetti, especialista em redes sociais e vídeos virais, alguns empreendedores e donos de empresas também estão se tornando ‘haters’ – mas deles mesmos – quando o assunto é divulgar sua marca e alavancar os negócios nas redes sociais.

Para Archetti as empresas já estão mais cientes de que as redes sociais são ferramentas indispensáveis para manter o negócio em evidência, mas alguns gestores ainda “perdem a mão ao buscar manter a página constantemente atualizada com novos conteúdos e interagir o tempo todo com o consumidor. Ao invés de oferecerem conteúdos relevantes para os clientes e se tornarem protagonistas no mercado, acabam sendo ‘haters’ e alimentando o ódio de seus seguidores nas redes sociais”, avalia.

Para o especialista, um dos grandes erros cometidos por gestores das empresas é usarem seus perfis pessoais para divulgar iniciativas da empresa, ao mesmo tempo em que comentam temas de interesse pessoal – que são assuntos muitas vezes polêmicos, manchando a própria imagem atrelada ao negócio, e tornando-se seus ‘próprios haters’ sem perceber.

“É preciso cuidado na hora de usar um mesmo perfil para trabalhar a imagem pessoal e profissional, uma vez que, entre seus amigos, podem estar possíveis clientes, fornecedores e parceiros. Você pode perder grandes oportunidades ao agir por impulso, comentando tópicos somente de seu interesse”.

Confira cinco cuidados essenciais para deixar a marca em evidência e não se tornar um ‘hater’ de forma espontânea:

1. Pense antes de marcar todos os amigos em posts

Quando um vídeo ou um novo post relacionado ao seu negócio entra no ar, é comum querer divulgar ao máximo a novidade compartilhando a postagem com outras pessoas nas redes. Porém, o ideal é marcar somente aqueles que sejam mais próximos de você, e de preferência que saibam do que se trata aquele projeto.

A dica é: “Nunca marque todos os amigos aleatoriamente, pois nem sempre você tem afinidade ou proximidade com todos. Esse é o primeiro passo para ser odiado nas redes, pois mesmo que o conteúdo seja interessante, nem todas as pessoas irão parar para ler ou assistir, somente se for algo que possa gerar valor na vida dela”, pontua.

O especialista explica: “As pessoas costumam se interessar mais por conteúdos que agreguem valor a elas mesmas do que pelo serviço ou produto em si. Por isso, os empreendedores precisam tomar cuidado quando a intenção é gerar conteúdo de interesse comum, que gerem algum tipo de valor agregado a ele. Caso contrário, ele poderá se tornar um ‘hater’ e não um protagonista do seu mercado”.

2. Não inclua pessoas em grupos sem permissão

Assim como sair marcando todo mundo em seu conteúdo nas redes sociais, adicionar as pessoas em grupos no Facebook e Whatsapp que você criou, sem a permissão delas, também não é uma boa ideia. Ainda que você acredite que aquela pessoa possa se interessar pelo que será falado em um grupo, o melhor caminho é sondar de forma privada se ela tem mesmo interesse em fazer parte dele.

Kim explica: “O melhor a fazer é engajar e convidar as pessoas para fazer parte daquela lista ou do grupo, convidando-as individualmente. Dará um pouco mais de trabalho, mas com certeza será melhor do que criar grupos fakes de spam no Facebook e Whatsapp. Estamos falando das duas redes sociais mais potentes para divulgar e viralizar conteúdos do mundo, que unem e desunem de forma extraordinária”.

3. Evite adicionar todos os contatos na lista de transmissão

Adicionar todo mundo na sua lista de transmissão e passar a enviar imagens e mensagens de cunho comercial para vender algo para as pessoas também é muito comum, e fará com que as pessoas passem a te odiar.

“Em todos os grupos de amigos, familiares e principalmente de vendas, tem aquela pessoa que você sabe que irá te enviar o mesmo modelo de mensagem. Imagine o que as pessoas irão pensar quando você fizer o mesmo com sua lista de transmissão. Não é porque você supôs que alguém tem interesse no seu conteúdo que você tem a permissão de adicioná-la”, comenta o especialista.

Por mais que para convidar alguém para participar do seu canal não precise permissão, é muito chato você fazer isso sem saber se o que você tem para oferecer é de fato interessante.

“Sabe aquele velho ditado de que ‘menos é mais’? Pode virar frase de cabeceira quando o assunto é marketing viral, é preciso que seja criada uma estratégia para que isso aconteça. As possibilidades são infinitas, mas tudo precisa ser bem planejado e alinhado”, recomenda Archetti.

4. Reflita antes de compartilhar temas polêmicos

Comentar notícias relevantes da atualidade pode ser positivo para a imagem da marca, mas compartilhar tragédias, assuntos negativos ou opiniões sobre temas polêmicos – como política e futebol – é o melhor caminho para ser odiado na internet.

“Esse não é a melhor estratégia para geração de conteúdo nas redes, deve-se focar em assuntos que possam gerar uma reflexão ou transformação, mas não é recomendado dar destaque a um temas ‘espinhosos’ para gerar discussão. Para ser protagonista em seu mercado e nas redes sociais, a marca deve se voltar a apoiar ao que interessa e auxilia a comunidade e a sociedade, que atua junta e unida”, diz.

5. Deixe a grosseira de lado ao responder comentários

Não faça com os outros – não importa quem – aquilo que você não quer que seja feito com você. Criticar posts alheios – de comunidades, outras empresas ou pessoas – ou rebater críticas em seus posts de forma grosseira é altamente prejudicial.

“Esse tipo de postura não agrega valor à marca e pode inclusive, além de denegrir a imagem, criar uma crise de imagem nas redes sociais”, alerta Archetti.

Vale lembrar que o mundo é pequeno dentro das redes sociais, e que elas incluem os mais variados perfis de consumidores e pessoas. Mais de 2,46 bilhões usam as redes sociais no mundo todo, por isso, é preciso ter cuidado redobrado com tudo que é compartilhado e em como é compartilhado.

“Não poste sobre um determinado assunto sem ter certeza do que está comentando, e nunca crie situações de ódio. É muito melhor buscar construir uma base de seguidores que sejam engajados e fiéis à marca do que criar polêmica para chamar a atenção mas, ao mesmo tempo, conquistar inimizades e muitas vezes manchar sua imagem. É importante buscar criar conteúdos que viralizarem, mas da forma correta, e sempre com respeito”, finaliza.

Fonte: adnews.com.br

06
jan

Que tal viver cada momento da vida da melhor forma possível, sem distrações?

cocacola

Essa é a proposta da campanha Stop Phubbing Around, da Coca-Cola.

Já cantava John Lennon que “vida é o que acontece a você enquanto você está ocupado fazendo outros planos”. Ou quem sabe compartilhando. Ou, mais especificamente “phubbing”. O termo, uma mistura de snubbing (esnobar) e phone (telefone), serve para definir aquelas pessoas que simplesmente não tiram os olhos das telas de seus smartphones, praticamente ignorando o mundo à sua volta.

Em uma campanha recente, a Coca-Cola resolveu convocar as pessoas a deixarem a prática de lado, e começarem a prestar mais atenção às pessoas e momentos reais, enquanto a vida realmente está acontecendo.

Com criação da Memac Ogilvy de Dubai, Stop Phubbing Around foi lançado no finalzinho do ano passado, mas merece destaque – especialmente neste começo de ano – ao nos lembrar de que todo momento em nossas vidas é único e precioso, e por isso mesmo deve ser aproveitado da melhor forma possível, sem distrações.

Vale o play.

Fonte: Brainstorm9 – www.brainstorm9.com.br




17
jul

Não podemos mais interromper nossos clientes.

inbound_marketing_para_iniciantes

O tradicional “Marketing de Interrupção” do século passado não funciona mais. Agora nossos clientes e prospectos buscam atingir seus próprios objetivos, e não as metas de uma mídia monolítica monopolizada. Eles usam a web de forma pessoal como biblioteca, enciclopédia e base de dados de pesquisa, tudo em um.

O Processo do Inbound Marketing

O  processo do Inbound Marketing  se divide em quatro estágios: Atrair, converter, fechar e satisfazer.

Você chega aos seus clientes para que conheçam, gostem e confiem. Você os convence a que experimentem seu produto ou serviço e depois para que comprem. Finalmente, você presta um excelente serviço e eles se tornam clientes repetidos e fãs da marca, e assim começam a trazer mais clientes pra você.

Nós gostamos de definir o processo do Inbound Marketing da seguinte forma:

  • Responda as perguntas dos seus clientes
  • Inicie uma conversação com o seu cliente
  • Estabeleça um compromisso profundo com o seu cliente
  • Seja parceiro do seu cliente
  • Seu cliente torna-se seu defensor

Responda Perguntas

Os clientes que estão navegando na internet estão lá para encontrar respostas de suas perguntas. Como asso uma torta de maçã? Onde eu posso levar meu filho a um especialista? Nós antecipamos essas perguntas e fornecemos respostas em posts, em nossos sites, otimizando nosso conteúdo às palavras-chave que os clientes estão digitando no Google/Bing/Yahoo. Quando respondemos as dúvidas dos clientes,
nós satisfazemos a missão que eles tinham quando entraram na web. Eles estão à procura de resposta e nós demos as respostas. Nós também começamos a ter uma conversação com os nossos clientes.

Inicie Conversações

Nosso site não deve ser uma apresentação de armários. Cada palavra em cada página deve ser parte de uma conversação que o nosso cliente já possui em sua cabeça. Nós fazemos o mesmo nas redes sociais, mas agora a conversação é real. Nós fazemos isso através do nosso blog, nossos vídeos e podcasts também. É aí onde se inicia a interação com os nossos clientes, fazendo com que eles gostem e confiem em nós. A conversação nos ajuda a entender melhor os clientes e vice-versa. Isso também nos leva a um envolvimento mais profundo com os nossos clientes.

Compromisso Profundo

Ao convencer nossos clientes que se cadastrem em nossas newsletters, que se tornem mebros da seção “somente membros” em nossos sites, que nos sigam nas redes sociais ou que nos liguem, estamos estabelecendo um compromisso profundo com eles. Este é o ponto onde eles começam a confiar em nós e acreditam que estamos olhando para os seus melhores interesses. Eles se tornam nossos fãs, começam a compartilhar nosso conteúdo e começam a buscar formas de iniciar uma relação comercial com a gente.

Relação Comercial

Dizer que nossos clientes se tornam compradores é minimizar essa parte do processo do Inbound Marketing. Nossos clientes entram em uma relação comercial com a gente ao comprar o nosso produto ou contratar o nosso serviço. Mas é aí que a relação começa. Nós usamos ferramentas, tais como CRM, pesquisas, newsletters de clientes e gestos de apreciação do cliente para transformá-los em compradores regulares e não em compradores de uma só vez. Nós também queremos transformá-los em defensores.

Ganhe Defensores

Ao satisfazer nossos clientes, nós transformamos nossos clientes em defensores. Isso acontece quando eles nos referem aos seus amigos e familiares. Nós os ajudamos estabelecendo processos formais que lhes permitem ganhar uma recompensa ao fazerem isso. Nós também continuamos a fornecer valor ao oferecer a eles um conteúdo educativo que lhes ajudará a conhecer ainda mais sobre nosso produto ou serviço. Nós usamos nossas newsletters, redes sociais, blogs, eventos e webinars para fornecer mais valor aos nossos clientes, assim eles se tornam defensores de nossos serviços junto de sua rede de contatos.

Fonte: Ebook “Inbound Marketing”