Tag: tv

16
ago

Seguradora Thai mostra o poder da música.

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Mais um filme emocionante que faz a gente parar para pensar.

Spoiler alert: antes de dar o play no vídeo acima, certifique-se de que há uma caixa de lenços ao seu alcance. Afinal, é mais um comercial da seguradora tailandesa Thai, ou seja, garantia de muitas lágrimas. Aqui, a história gira em torno de um garoto que sempre traz um violão no ombro, mas tem um gosto musical (e talento) considerado duvidoso por seus colegas de escola. Isso até eles descobrirem a motivação por trás disso tudo, lembrando-nos do poder da música.

São quase quatro minutos de vídeo com uma forte carga emocional – uma fórmula que parece ter dado muito certo para a Thai – e no final uma mensagem revelando que o filme é baseado em uma história real.

Particularmente, o que gosto nas campanhas da Thai é que, de certa forma, elas nos inspiram a fazer coisas legais e a acreditar que a humanidade não está tão perdida quanto parece.

Fonte: Brainstorm9

26
jun

Google lança a Android TV.

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Para quem estava esperando um novo dispositivo de harware para a sala de estar, a Google mudou de canal. Sua plataforma para Smart TVs é software

A Google mudou de canal nesta quarta-feira (25/06). Ao invés de mostrar uma caixinha com logotipo de Google TV, a companhia anunciou que sua plataforma de entretenimento nesse terreno está ligada ao Android e que o aparelho de TV, no final das contas, é só mais uma das múltiplas telas que ela quer conectar umas às outras.

De certa forma, confirmando os rumores, a Google apresentou durante a Google I/O a sua nova plataforma para Smart TVs, chamada agora de Android TV. A Android TV vai substituir a Google TV, uma plataforma que a Google lançou em 2010 com parceiros como a Logitech, mas Google nunca compareceu com sua promessa inicial de entregar o melhor da web na sua TV. Agora ela vai tentar de novo.

O sistema virá embarcado em televisores e conversores de parceiros da Google. Toda a família de SmartTVs 2015 da Sony, por exemplo, vai rodar o sistema AndroidTV. Sharp e TPVision (Philips) também terão televisores com o sistema e outros fabricantes farão conversores.

TV é software
Essencialmente, a Google terá um único kit de desenvolvimento de software para atender a todos os tamanhos e necessidades. “Smart TVs são geralmente limitadas e não competitivas com seus primos móveis”, disse Dave Burke, gerente de engenharia do Android qeu apresentou a Android TV no palco da Google I/O em San Francisco. “Queremos mudar isso.”

A ideia aqui é que usuários possam transmitir conteúdo de vídeo dos seus smartphones e tablets direto para as TVs usando o sistema, que também estará integrado ao dispositivo Chromecast da Google. Até aí nada novo, admitiu Burke. “Não é uma nova plataforma, esse é o ponto. Estamos simplesmente dando à TV o mesmo nível de atenção que os smartphones e tablets ganharam. Queremos que vocês elevem seus conhecimentos e investimentos no Android e os estendam para a TV”.

A Android TV exige apenas o uso de um dispositivo direcional de controle e comando de voz, que poderia ser um controle remoto tradicional, um keypad virtual, um smartphone ou mesmo um joystick, diz Bruke.

Numa “prévia” da plataforma, Burke mostrou uma interface que permite à Android TV lidar tanto com vídeo em streaming quanto via HDMI e com suporte total ao Google Cast, portanto você vai usar seu Chromecast. Quando se aperta o botão “Home”, você recebe na tela uma série de informações sobre programas e filmes. Mas, diferentes dos dispositivos móveis, há um conjunto de filmes recomendados no topo da tela, com os aplicativos mais usados alinhados logo abaixo. A Android TV também revitalizou a busca, que agora é feita por voz.

Burke usou seu smartphone para fazer busca por conteúdo, mas o controle remoto também poderia ter sido usado. Quando ele procurou por Breaking Bad, por exemplo, recebeu como retorno uma lista de atores, clipes do YouTube e, obviamente, o próprio programa.

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Ele então tentou buscar por “filmes nomeados ao Oscar em 2002”, e recebeu de volta uma lista de filmes nomeados ao prêmio. E perguntou à TV que atriz fazia o papel de Katniss, no filme The Hunger Games (Jogos Vorazes), recebendo como resposta certa Jennifer Lawrence.

Google no sofá

O engenheiro da Google insistiu na idéea de “encostar a cabeça no sofá e relaxar”. Segundo ele, o conceito foi pegar todo o conteúdo da Google Play Store e dar a ela um jeitão de sala de família.

A ideia é que você simplesmente possa se esparramar no sofá da sala e deixar que a Google faça o trabalho chato de achar alguma coisa para assistir. Uma barra de navegação à esquerda da tela oferece opções como “My Top Movies” e seriados de TV e também temáticas mais sofisticadas, como “dramas envolventes”.

Muitos usuários móveis tipicamente visitam a Google Play Store para baixar jogos. De fato, de cada quatro visitantes, três baixam um jogo, disse Burke. Nesse caso, usando a plataforma na TV voc6e poderia compartilhar disputas, resultados e jogos multiplayer.

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Naturalmente a Google vai oferecer uma nova app store, programada para ser lançada no terceiro trimestre do ano, completa com o que se esperaria de grandes nomes, incluindo Netflix, por exemplo.

E agora, o hardware

A Google está trabalhando com a Marvell e a Intel do lado de lá do silício. Mas a notícia concreta por hora é que todas as smart TVs fabricadas pela Sony em 2014, assim como as TVs da Sharp e da TPVision em 2015 vão rodar em Android TV, disse Burke. E você pode esperar por caixinhas Android TV da Asus, Razr e outros fabricantes ainda neste ano.

De forma geral, a Android TV alinha os interesses gerais da Google em formar essa cadeia de dispositivos digitais conectados na casa das pessoas, preferencialmente pelo Android. Além disso, ao ganhar espaço na sala de estar, ela também tem acesso a novos dados sobre hábitos de consumo de mídia dos usuários – o que quer dizer oportunidades para publicidade dirigida.

Fonte: IDG NOW

11
jun

Mais usuários devem aderir à segunda tela durante a Copa.

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Com a implantação do 4G e melhores versões de dispositivos móveis, a tendência é que a adoção da segunda tela aumente cada vez mais.

Como nos anos anteriores, a festa do futebol mundial reunirá uma enorme quantidade de fanáticos pelo esporte. A Copa do Mundo de 2010, contou com uma audiência de cerca de 3,2 bilhões pessoas que pararam para assistir aos jogos – número que deve aumentar este ano.

A diferença entre este mundial e os anteriores é o grande número de usuários que vai assistir a competição em mais de uma tela – na TV, e também em um segundo dispositivo conectado à Internet. Só na América do Sul são 250 milhões de pessoas conectadas, de acordo com os últimos dados da Internet World Stats.

Os números mostram que as vendas dos dispositivos móveis está em ascensão, assim como o uso da segunda tela já se tornou comum entre os usuários desse tipo de tecnologia. Um estudo do GVcia, divisão de pesquisa vinculada à Escola de Administração de Empresas Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP), apontou que as vendas de computadores, incluindo dispositivos móveis, devem crescer 10% em 2014, com foco maior em tablets, seguido de notebooks e outros dispositivos tidos como portáteis.

Outra pesquisa, feita pela Ericsson ConsumerLab TV e Mídia, que contou com 15 mil entrevistados em todo o mundo, mostrou que 75% dos donos de dispositivos móveis utilizam seus aparelhos enquanto assistem a seus programas de televisão favoritos. E este fenômeno está mudando a forma como nos relacionamos com a televisão.

“Assistir TV sempre foi uma atividade social, em especial no passado, quando cada casa só tinha um aparelho e a oferta de canais era bem menor”, explica Carlos Augusto Buarque, Gerente de Marketing de Consumo da Intel Brasil. “Com o tempo, as pessoas foram colocando a TV nos quartos, e assistir a programação tornou-se uma atividade mais individual. A segunda tela vem para reverter essa transformação, mas de uma maneira radical – quando você assiste TV conectado pela segunda tela, você compartilha a atividade com todos os seus amigos e também com milhares de desconhecidos pela Internet. A TV virou ponto de socialização novamente.”

O fenômeno é tão expressivo que as grandes emissoras ao redor do mundo abraçaram a ideia e estão se preparando para aquela que pode ser a maior revolução da TV desde a TV a cores. A BBC, por exemplo, lançou um aplicativo especial que vai turbinar a sua cobertura da Copa – o app será alimentado 24 horas por dia, 7 dias por semana, e permitirá inclusive que os usuários interajam ao vivo com os apresentadores e interfiram na programação, em tempo real. No Brasil, a maioria das emissoras já lançou ou prepara o lançamento de aplicativos semelhantes.

Embora o fenômeno da segunda tela já tenha sido sentido em 2010, a evolução da tecnologia e a maior penetração de dispositivos conectados irá mudar o jogo em 2014. “Temos conexões de mais qualidade, em especial o 4G, que é essencial para a transmissão de conteúdo em vídeo. E temos também dispositivos melhores, mais rápidos e mais preparados para atuar como segunda tela. Os dispositivos 2 em 1, por exemplo, por trazerem um teclado, tornam a experiência de mandar mensagens durante as partidas muito mais prática e rápida”, explica Carlos Augusto. “A infraestrutura de servidores que alimenta o sistema também está mais rápida, o que significa um mundo de possibilidades – assistir as jogadas ao vivo, de várias câmeras diferentes, em várias telas diferentes, comentando e interagindo com os amigos, tudo ao mesmo tempo. Essa é a nova experiência da TV.”

Fonte: IDG NOW